
Bons ventos me trazem quando lava sua bunda. Sinto-me de novo moço, sentimental, profundo. Ai, que mar sem cais, que beleza avistar seu traseiro! Traz-me de volta a rebeldia do íntimo, me intima, me intimida. Que bela escultura, pela janela, tua anca, meu futuro! Que descoberta, que desatino, que delírio, que graça mais alpina, Que sentimento ultramarino. O destino claro de tuas nádegas, tão redondas, tão apetitosas! Ai, portuguesa minha, deixe-me morrer na sua bacia!
Escrito por mdr às 16h43
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